Conduction®: The practice of conveying and interpreting a lexicon of directives to construct or modify sonic arrangement or composition; a structurecontent exchange between composer/conductor and instrumentalists that provides the immediate possibility of initiating or altering harmony, melody, rhythm, tempo, progression, articulation, phrasing, or form through the manipulation of pitch, dynamics (volume/intensity/density), timbre, duration, silence, and organization in real time.

In 2008, with the kind and generous support of director Justin DiCioccio, I invited Toninho Horta to join the Manhattan School of Music Jazz Orchestra in a celebration of bossa nova, bossa-jazz, and Tom Jobim.
Journalist Tim Wilkins posted this review on jazz.com

http://www.jazz.com/jazz-blog/2008/10/27/horta-bossa-concert” title=”Bossa Stills Sounds Nova”

Opening of “Dialogues Between Preparation and the Unpredictable”, a performance series conceived and curated by Prof. Clifford Korman as part of the research group Improvisa
Conservatório UFMG-Palco Livre
Belo Horizonte, MG Brasil

Guilherme Peluci (sax), Mauro Rodrigues (flutes), Cliff Korman (piano)
Special guest: Chris Washburne (trombone)

Pianista completo, educador reconhecido e pesquisador de jazz, música brasileira e improvisação, Cliff Korman gosta de dizer que 30 anos de imersão no universo musical do Brasil projetaram uma luz diferente na maneira como ele vê o jazz. Tem desenvolvido numerosos projetos envolvendo músicos brasileiros e norte-americanos, apresentando grande variedade de composições e arranjos. Atua no Instituto Paulo Moura como diretor musical, arranjador e coordenador do projeto de digitalização do Acervo Paulo Moura.

Entre suas gravações próprias, destacam-se “Mood Ingênuo, o sonho de Pixinguinha e Duke Ellington” (Jazzheads, 1999) e “Gafieira Dance Brasil” (independente, 2001) com o renomado solista, compositor e arranjador Paulo Moura; “Migrations” (Planet Arts, 2003), que busca conexões entre a tradição musical do Brasil e o jazz americano.

1- Fale um pouco sobre a música na sua família; seus avós, seus pais eram músicos? O que tocavam?

Na família tinha e tem pessoas musicais. Meu pai tem uma voz muito bonita, tipo barítono, e canta bem afinado. Nunca estudou formalmente até chegar perto dos 60 anos, quando começou a tocar com grupos de colegas na flauta doce. Levou a sério o negócio! Mas isso bem depois que eu comecei na vida profissional. Meu irmão, três anos mais novo que eu, também é pianista, arranjador, diretor musical e educador. Ele está bem, lá em Nova Iorque.

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